Dados sobre o crescimento das criptomoedas

As criptomoedas não param de crescer e é que são muitos os que se interessam por estas divisas virtuais a cada dia. Basta se olhar os números para saber que as criptomoedas estão no auge, e que serão uma aposta segura para o próximo ano de 2018.

As cifras sobre o crescimento das ICO o dizem tudo, e é que as Ofertas Iniciais de Moeda estão arrasando no ecossistema de tecnologia blockchain e os criptoativos.

Glossário do conteúdo do artigo:

Este tipo de oferta vinha se dando desde 2013 embora tenha sido a partir de 2016 quando os dados de arrecadamento se tornaram mais relevantes. Agora em 2017 se usam muito mais, sobretudo para poder conseguir capital e levar a cabo algum projeto, as ICO uma boa alternativa.

Se temos em conta que por volta de 2013 Omni, naquela épica MasterCoin, conseguiu arrecadar 500.000 dólares e que durante 2017 os fundos arrecadados pelas ICO alcançaram 200 milhões de dólares já podemos ter uma ideia do crescimento tão significativo que protagonizaram. Os dados não enganam, o aumento foi elevado.

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Crescimento das ICO

Como dizíamos os dados não enganam e as cifras refletem um constante crescimento. O recorde atualmente é do FileCoin com um arrecadamento de mais de 250 milhões de dólares.

Uma das razões do crescimento tem a ver com algumas blockchain e entre estas Ethereum, já que a rede permite criar, difundir e controlar tokens alternos ao ETH sem que afete o seu funcionamento normal.

Graças à potencialidade de rede criada por Vitalik Buterin e os Contratos Inteligentes as ICO têm podido manter seu potencial de crescimento.

A rede de Ethereum realizou no ano 2014 uma Oferta Inicial de Moeda com a intenção de arrecadar fundos, e conseguiu captar mais de 18.4 milhões de dólares. Assim é como conseguiu se situar como o segundo criptoativo em capitalização de mercado. Isto beneficiou as ICO obviamente, já que durante aquele ano não se realizaram outras seis Ofertas.

Em 2015 se realizaram mais sete Ofertas, e isso chamou a atenção de todo tipo de empreendedores e investidores. No ano seguinte, 2016, foi quando aconteceu a liberação definitiva, o êxito das ICO.

Cifras no crescimento e o caso “The Dao”

Se verificarmos no início do ano 2014 as ICO apenas tinham arrecadado 1.79 milhões de dólares enquanto que no final daquele ano a cifra alcançava os 30.4 milhões. Em 2015 se realizaram as ofertas das que falávamos e depois de um par de anos de vida neste ecossistema as Ofertas Iniciais de Moeda só tinham arrecadado 39 milhões.

O crescimento se desenvolveu pouco a pouco, mas sem pausa. Embora em 2015 a realização das ICO cresceu em 29%, e isso podemos considerar como um impulso significativo desde 2013 – quando começaram a se dar a conhecer -, foi em 2016 quando se deu a eclosão das ICO.

Em 2016 as ICO protagonizaram o “boom”, que foi quando os projetos começaram a usar muito mais este método para se financiarem. Depois de 46 ICO se conseguiram mais de 96 milhões de dólares. Como projetos de mais êxito podemos lembrar Waves, que obteve 16.4 milhões e também Iconomi que conseguiu 10.5.

Vale destacar que, embora 2016 foi um bom ano para as ICO e basta olhar os dados, também é importante saber que também há casos de ICO falidas, a mais conhecida foi “The Dao” e o roubo dos 50 milhões de dólares em Ethereum, cujo arrecadamento alcançou um recorde até então, com 150 milhões de dólares em capitalização.

As ICO VS outros métodos de capitalização

Continuando com os números, os projetos blockchain do ecossistema têm arrecadado este ano, 2017, apenas 208 milhões através dos Capitais de RIsco.

Isto nos demonstra que as Ofertas Iniciais de Moeda têm marcado um antes e um depois, uma tendência que durante os anos foi se consolidando e hoje nos oferece uma importante diferença com relação à forma de captar o capital.

Em 2015 através de Capitais de Risco se arrecadou 392 milhões, e no ano anterior, 2014, 361 milhões. Antes da eclosão das ICO o principal método de captação era este, mas como vimos, este ano se arrecadou apenas 308 milhões por este métodos, justamente depois do “boom” das ICO.

Entre os projetos mais destacados temos os 43 milhões de Canaan, destinados à mineração e 40 milhões de Blockchain para a criação de uma carteira.

CoinBase em 2016 conseguiu 100 milhões de dólares através das Ofertas Iniciais de Moeda. Como líderes daquele ano teríamos os 200 milhões que captaram Filecoin e Tezos.

Nem todas as ICO funcionaram, com algumas que não chegaram a captar os fundos necessários e outras diretamente não tiveram o êxito que se esperava ao realizar.

Há outros tantos projetos que embora tenham conseguido tirar adiante as ICO obtiveram arrecadação moderada.

O marco legal das ICO no mundo

Embora os índices de arrecadação das ICO sejam altos em geral, também deve-se ter em conta que ultimamente o mercado geral tem piorado, e isto pode ser um aspecto negativo para as Ofertas Inicias de Moeda.

Dado o crescimento das ICO é lógico que as autoridades tenham dado a voz de alerta e começado a estar a par do que acontece, e isto ocorre no mundo todo. A nível regulatório as autoridades estão começando a colocar as ICO em território hostil.

Entre o mais relevante podemos destacar a proibição na China, que provocou uma queda importante na cotação do Bitcoin e outras criptodivisas, embora neste momento já estejam recuperadas, e a investigação constante por parte de países como os Estados Unidos.

Por outro lado, inclusive entre membros da comunidade se gera desconfiança. Há quem opine que algumas destas Ofertas podem acabar sendo uma decepção para os investidores, e embora isto possa ser certo não há por que se alarmar já que nem todas as ICO vão mal.

Como dado curioso sobre esta incerteza das ICO, é que precisamente Buterin que conseguiu lançar Ethereum graças a uma destas Ofertas comentou que o comportamento das ICO poderia ser uma “bolha”, e já sabemos o que costuma acontecer.

De todos modos, foi rápido ao afirmar que não há por que subestimar o valor das ICO, e que fazer isso seria um erro. As ICO podem ser interessantes para arrecadar para projetos de fonte aberta, e se são usadas adequadamente não tem por que ser ruim.

Há países como Israel, em colaboração com a Autoridade Financeira da Internet da China, que estão começando a considerar construir um marco regulatório para as ICO. Outros países asiáticos como Coréia do Sul e Singapura também planejaram uma regulamentação geral para ICO.

No caso de países como Reino Unido ou inclusive Canadá as regulamentações poderiam ser mais estritas, sobretudo depois das advertências sobre a fraude potencial das ICO.

Para terminar, já conhecemos a proibição na China e a tendência que poderia marcar isto a nível mundial. Contudo, tendo em conta a natureza descentralizada da criptografia e as criptodivisas que surgem graças às ICO, os governos poderiam tomar decisões para regulamentar a atividade no mercado e não proibi-la.

Isto teria como consequência mais imediata um maior desenvolvimento e crescimento das ICO no ecossistema.

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admin

Diretor e desenvolvedor de empreendimentos online. Especialista em aplicações financeiras como forex, ações, criptomoedas. Pesquisador de novos mercados disponíveis para pessoas com conhecimento financeiro.

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